Cruzo-me contigo na nossa cidade, que é a mesma. Trocamos palavras e sorrisos e conversas sobre o sol. Depois despedimo-nos e eu trago-te no meu pensamento, vens agarrado ao meu peito e a tua imagem criva-se em mim. Alinho imagens de ti e o teu rosto é o meu filme da noite.
E tu? Caminhas tão certo de ti, mas será que me evocas seja por algum dos teus minutos? Dava tudo para saber, se em algum momento dos teus dias perdes um pouco do teu tempo para o dedicar a mim.

Às vezes, é melhor não saber a verdade. Porque enquanto não a sabemos, podemos alimentar o sonho. E sonhar é viver (mas com os pés no chão).
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